O que é Estudo de Tráfego e Acesso Rodoviário
O estudo de tráfego e acesso rodoviário avalia o impacto da movimentação de veículos, especialmente caminhões de carga e descarga, gerada por uma planta industrial sobre a via pública ou rodovia de acesso ao empreendimento. O estudo dimensiona a geometria de acessos, pátios de manobra, faixas de aceleração e desaceleração, quando exigidas, e a capacidade viária do entorno para absorver o fluxo adicional gerado pela operação industrial, sem criar congestionamento, risco de acidente ou conflito com o tráfego local já existente na região.
Esse estudo costuma ser exigido pela prefeitura ou pelo órgão rodoviário responsável, como o Departamento de Estradas de Rodagem, quando a planta se enquadra como polo gerador de tráfego, critério que normalmente considera a área construída, o número de vagas de estacionamento ou o volume de veículos pesados esperado na operação. Plantas industriais com movimentação intensa de caminhões, situadas próximas a rodovias estaduais, estão particularmente sujeitas a essa exigência, que condiciona a aprovação do empreendimento à adequação viária necessária.
A EMBRAE desenvolve o estudo de tráfego levantando o volume de veículos esperado, os horários de pico de movimentação e a geometria viária existente no entorno da planta. Avaliamos a necessidade de faixas de acomodação, sinalização viária complementar e adequações no acesso, dialogando com o órgão rodoviário ou municipal competente para viabilizar a aprovação do empreendimento sem restrições operacionais que comprometam a logística da indústria no estado de São Paulo.
Como parte da Arquitetura Industrial, este trabalho pode ser combinado com projeto legal para prefeitura e masterplan industrial, garantindo compatibilização entre as disciplinas e um cronograma único de entrega.
Quando sua indústria precisa
- Vai construir uma planta com movimentação intensa de caminhões
- A prefeitura exigiu estudo de polo gerador de tráfego para aprovação
- Vai se instalar próximo a uma rodovia estadual de grande fluxo
- Precisa dimensionar pátio de manobra para veículos de grande porte
- Recebeu reclamação da comunidade sobre tráfego gerado pela planta
- Vai aumentar significativamente o número de vagas de estacionamento
- Precisa negociar melhorias viárias como contrapartida da aprovação
O que está incluso na entrega
- Levantamento de contagem volumétrica de tráfego no entorno
- Estudo de capacidade viária das vias de acesso
- Dimensionamento de faixas de aceleração e desaceleração
- Projeto geométrico de acessos e pátio de manobra
- Estudo de horários de pico de movimentação de veículos
- Proposta de sinalização viária complementar
- Relatório técnico para o órgão rodoviário ou municipal competente
- Memorial descritivo do estudo de tráfego realizado
Normas e legislação aplicável
- Normas técnicas do Departamento de Estradas de Rodagem de São Paulo
- Código de Trânsito Brasileiro
- Manual de Estudo de Polo Gerador de Tráfego do município
- Lei de Uso e Ocupação do Solo do município
- Resoluções do Contran aplicáveis à sinalização viária
Como funciona
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1
Diagnóstico
Levantamos o volume de veículos esperado, os horários de pico e a geometria viária existente no entorno da planta.
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2
Proposta
Apresentamos o escopo do estudo, incluindo contagens de campo e consultas ao órgão rodoviário ou municipal competente.
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3
Desenvolvimento
Dimensionamos acessos, pátios de manobra e sinalização complementar necessária para absorver o fluxo gerado pela planta.
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4
Entrega e ART
Entregamos o relatório técnico completo, pronto para protocolo junto ao órgão competente pela aprovação viária.
Um erro comum é subestimar o volume de caminhões gerado pela operação industrial ao planejar o acesso à planta, considerando apenas a movimentação inicial prevista, sem espaço para o crescimento natural da produção nos anos seguintes. O resultado costuma ser um acesso subdimensionado, que gera fila na via pública, reclamação da comunidade vizinha e risco de restrição futura imposta pelo órgão competente.
A EMBRAE dimensiona o acesso e o pátio de manobra considerando não apenas a operação inicial, mas uma margem razoável de crescimento da movimentação logística da planta. Esse cuidado evita que a indústria enfrente exigência de adequação viária poucos anos após a implantação, quando o custo da obra tende a ser maior do que o planejamento prévio adequado.