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Engenharia Mecânica, Utilidades e Segurança

Projeto de Combate a Incêndio

O projeto de combate a incêndio reúne hidrantes, sprinklers, alarme e sinalização em um sistema único, dimensionado para a planta industrial e para a ocupação de risco correspondente. A EMBRAE desenvolve o projeto completo dentro das exigências do Corpo de Bombeiros de São Paulo.

O que é Projeto de Combate a Incêndio

O projeto de combate a incêndio é o conjunto de sistemas ativos e passivos de proteção que uma edificação industrial precisa ter para prevenir a propagação do fogo, permitir a fuga segura das pessoas e viabilizar o combate inicial ao princípio de incêndio antes da chegada do Corpo de Bombeiros. Ele reúne, de forma integrada, o dimensionamento de hidrantes, sprinklers, extintores, iluminação de emergência, sinalização de saída e sistema de detecção e alarme, sempre em função da ocupação, da carga de incêndio e da área construída da planta. Em uma indústria, esse projeto também precisa considerar processos com risco específico, como armazenamento de inflamáveis, solventes ou materiais combustíveis em grande volume.

Esse projeto é exigido pelo Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo como condição para a emissão do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros, documento sem o qual a indústria não pode operar regularmente. A exigência varia conforme a classificação de ocupação, a altura da edificação, a área construída e a carga de incêndio do processo produtivo, sendo que plantas de maior risco, como as que armazenam produtos químicos ou operam com fontes de ignição constantes, recebem exigências mais rigorosas. Sem esse projeto aprovado, a indústria fica exposta a interdição, multa e, principalmente, a risco real de sinistro sem resposta adequada da própria edificação.

A EMBRAE desenvolve o projeto de combate a incêndio a partir da classificação de ocupação da planta conforme as Instruções Técnicas do Corpo de Bombeiros de São Paulo, avaliando a carga de incêndio real do processo produtivo e não apenas parâmetros genéricos de tabela. Compatibilizamos o sistema de combate com a arquitetura, a estrutura metálica, as instalações elétricas e o layout de máquinas, evitando conflitos que apareceriam apenas na vistoria final. Entregamos o projeto completo, memorial de cálculo hidráulico e a documentação necessária para protocolo, acompanhando a análise até a aprovação e a emissão do AVCB junto ao Corpo de Bombeiros do estado de São Paulo.

Esse serviço integra a área de Engenharia Mecânica, Utilidades e Segurança da EMBRAE e costuma ser contratado junto com projeto de linha de vida nr-35 e projeto de rede de hidrantes, o que reduz interfaces e mantém a responsabilidade técnica sob um único fornecedor.

Quando sua indústria precisa

  • Vai construir uma nova planta industrial e precisa do projeto de incêndio
  • Precisa renovar o AVCB de uma unidade já em operação
  • Vai ampliar a área construída ou mudar a ocupação de risco da planta
  • Recebeu exigência do Corpo de Bombeiros em vistoria anterior
  • Vai instalar um processo com maior carga de incêndio na planta
  • Precisa comprovar conformidade para seguro contra incêndio da fábrica
  • Vai unificar sistemas de proteção em uma planta com histórico de ampliações

O que está incluso na entrega

  • Memorial de cálculo hidráulico do sistema de combate a incêndio
  • Planta de hidrantes e mangotinhos dimensionada
  • Planta de sprinklers, quando exigido pela ocupação
  • Planta de sinalização de saída e iluminação de emergência
  • Especificação de extintores por tipo e classe de risco
  • Projeto de sistema de detecção e alarme de incêndio
  • Memorial descritivo do sistema de combate a incêndio
  • Compatibilização com arquitetura, estrutura e instalações elétricas
  • ART de projeto recolhida junto ao conselho profissional
  • Documentação para protocolo junto ao Corpo de Bombeiros

Normas e legislação aplicável

  • Instrução Técnica do Corpo de Bombeiros de SP (Decreto 63.911/2018)
  • NBR 13714 — sistemas de hidrantes e mangotinhos
  • NBR 10897 — sistemas de chuveiros automáticos (sprinklers)
  • NBR 17240 — sistemas de detecção e alarme de incêndio
  • NBR 12693 — sistemas de proteção por extintores
  • NBR 9077 — saídas de emergência em edificações

Como funciona

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    Diagnóstico

    Levantamos a classificação de ocupação, a carga de incêndio do processo produtivo e a área construída da planta para definir os sistemas de proteção exigidos.

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    Proposta

    Apresentamos o escopo completo dos sistemas necessários para a planta, com estimativa de investimento, prazo de execução e cronograma compatível com a aprovação junto ao Corpo de Bombeiros de São Paulo.

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    Desenvolvimento

    Detalhamos hidrantes, sprinklers, alarme e sinalização de emergência, compatibilizando cada sistema com a arquitetura, a estrutura metálica e as instalações elétricas de toda a planta industrial.

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    Entrega e ART

    Protocolamos o projeto completo junto ao Corpo de Bombeiros de São Paulo e acompanhamos toda a análise até a emissão final do AVCB da edificação industrial.

Um erro recorrente é tratar o projeto de combate a incêndio como etapa final da obra, desenvolvido apenas para atender à exigência de vistoria, sem integração com os demais projetos da planta. Esse atraso costuma gerar tubulações expostas de forma inadequada, conflitos com estrutura já executada e reservatórios posicionados sem espaço suficiente, elevando o custo de adequação e o risco de reprovação na vistoria final do Corpo de Bombeiros de São Paulo.

A EMBRAE recomenda desenvolver o projeto de combate a incêndio junto com o projeto arquitetônico e estrutural, ainda na fase de concepção da planta industrial. Essa integração antecipada reduz custo de adequação, evita conflitos entre disciplinas e dá à indústria mais previsibilidade sobre o cronograma de aprovação junto ao Corpo de Bombeiros do estado de São Paulo, além de facilitar futuras ampliações da unidade fabril ao longo dos próximos anos de operação, mesmo diante de eventuais mudanças de processo produtivo ou de escala da indústria instalada em São Paulo.

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Prazo médio de execução

O prazo de desenvolvimento do projeto de combate a incêndio costuma variar entre três e oito semanas, dependendo da área construída da planta, do número de sistemas exigidos pela ocupação e da complexidade do processo produtivo envolvido. Plantas de menor risco, com hidrantes e sinalização apenas, tendem ao limite inferior desse intervalo de prazo.

Sistemas de sprinklers e detecção automática, exigidos em ocupações de maior risco, aumentam o tempo de dimensionamento hidráulico e de compatibilização com os demais projetos da planta. A EMBRAE define o prazo real na proposta, após conhecer a classificação de ocupação e a carga de incêndio do processo produtivo do cliente.

Perguntas frequentes sobre Projeto de Combate a Incêndio

O projeto de combate a incêndio garante a emissão automática do AVCB?

O projeto aprovado é condição necessária, mas a emissão do AVCB depende também da execução correta dos sistemas em campo e da vistoria final do Corpo de Bombeiros. A EMBRAE desenvolve o projeto e pode acompanhar a execução para reduzir o risco de reprovação na vistoria.

Toda indústria precisa de sprinklers no projeto de combate a incêndio?

Não. A exigência de sprinklers depende da classificação de ocupação, da altura da edificação e da carga de incêndio do processo produtivo, conforme as Instruções Técnicas do Corpo de Bombeiros de São Paulo. Muitas plantas atendem à exigência apenas com hidrantes, extintores e sinalização adequada.

O projeto de combate a incêndio pode ser feito antes da conclusão da obra?

Sim, e é o recomendado. O ideal é desenvolver o projeto ainda na fase de projeto arquitetônico, compatibilizando tubulações, reservatórios e equipamentos antes da execução, o que evita retrabalho, furos em estrutura pronta e conflitos com instalações já executadas na planta industrial.

Quem pode assinar a responsabilidade técnica do projeto de combate a incêndio?

Engenheiro ou arquiteto habilitado, com registro no conselho profissional competente e atribuição específica para sistemas de segurança contra incêndio, assina a ART do projeto. Esse profissional responde tecnicamente perante o Corpo de Bombeiros e demais órgãos envolvidos na aprovação da edificação industrial.

O que acontece se a planta industrial não tiver o projeto de combate a incêndio aprovado?

A operação fica sujeita a interdição, multa e negativa de seguro contra incêndio, além do risco real de um sinistro sem resposta adequada da própria edificação. Sem o AVCB, a indústria também pode enfrentar restrições em financiamentos e em processos de licenciamento ambiental complementares.

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